
No final de abril desse ano, após dois anos e meio travando uma luta pessoal para me perdoar por erros do coração que deixaram mágoas profundas, eis que surge meu algós como se um dragão soltando fogo pela boca. Sem a menor piedade, depois de roubar o que há de mais nobre num ser, meu inimigo queimou minha dignidade, minha moral e principalmente minha paz. Fui condenada em praça pública. A justiça prevaleceu! Hoje foi sentença para o dragão, não de morte por não ser justo, mas de culpado por ter sido cruelmente injusto.



